Anitta é internada com trombose e doença ganha destaque

Anitta é internada com trombose e doença ganha destaque

A cantora já afirmou não fazer uso de anticoncepcionais, que são conhecidos como a maior causa do problema. Mas, conheça os outros fatores de risco

Em meio ao lançamento de sua nova música, “Desce pro play (Papapa)”, com MC Zaac e Tyga, nesta sexta-feira (26), a cantora Anitta foi surpreendida pelo diagnóstico de uma trombose na perna direita. Ela descobriu o problema durante a realização de exames de check-up na quinta-feira (25) e foi internada no hospital Vila Nova Star, da Rede D’Or, em São Paulo, onde permanece para a realização de exames mais detalhados.

Por meio de suas mídias sócias, Anitta tranquilizou os fãs e afirmou que deve ter alta nesta sexta-feira. “O que eu tive foi uma trombose que já começou a ser tratada. Para quem sabe o que é trombose, entende o perigo que é essa doença. Descobrindo essa doença, entra em tratamento, a minha estava em fase inicial. Então vai ficar tudo bem comigo”, disse.

Logo que a notícia se tornou pública, muitos comentários surgiram em relação ao uso de anticoncepcional por parte da cantora, que garantiu em seus stories não fazer uso deste tipo de medicamento. “Gente, eu não tomo anticoncepcional. Meu método contraceptivo não é hormonal. A gente não sabe de onde veio esse ‘babado’, só veio. Eu não fumo e não tomo anticoncepcional”, contou.

Por isso, a cirurgiã vascular e angiologista, Moriane Lorenzoni, alerta para outros fatores de risco que podem causar este problema. “Um deles pode estar associado a este período de quarentena, que é ficar sentado ou deitado muito tempo. Mas, também há outras situações que levam a um quadro de trombose, como: hereditariedade, gravidez, presença de varizes, idade avançada, insuficiência cardíaca, tumores malignos, obesidade, distúrbios de hipercoagulabilidade, além do uso de anticoncepcionais e o tabagismo”, lista.

Sobre a doença
A trombose ocorre quando há formação de um coágulo em uma veia grande das pernas bloqueando o fluxo de sangue causando inchaço e dor. Em situações mais graves, esse coágulo se movimenta na corrente sanguínea, levando a embolia, que por sua vez pode afetar o cérebro, pulmões e coração.

A médica alerta que o tratamento deve ser iniciado assim que a doença for descoberta para evitar qualquer desenvolvimento da doença. “Para isso, existem medicamentos e outras formas de complementar o tratamento. Os exercícios físicos – como uma boa caminhada, por exemplo – são uma forma saudável de prevenção. As meias de compressão também são ótimas aliadas no tratamento de trombose. Mas, como em qualquer tratamento devem ser utilizadas apenas com a orientação médica”, orienta.

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