Aprovado projeto que mantém hospitais de campanha ativos até vacinação de 70% da população

Aprovado projeto que mantém hospitais de campanha ativos até vacinação de 70% da população

Medida vale para cidades onde já foram implantados esses hospitais. Rose argumentou que essas unidades “são muito importantes para o desafog

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Medida vale para cidades onde já foram implantados esses hospitais. Rose argumentou que essas unidades “são muito importantes para o desafogo da rede pública” em grandes municípios

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (10) projeto da senadora Rose de Freitas (MDB-ES) que proíbe a desativação dos hospitais de campanha enquanto não ocorrer, nas cidades em que foram implantados, a vacinação de pelo menos 70% da população contra o coronavírus. A proposta – PL 4844/2020 –  segue agora para a Câmara dos Deputados.

De acordo com o texto, além da vacinação de pelo menos 70% da população local, os hospitais somente poderão ser desativados caso haja leitos disponíveis na central de regulação do respectivo município, conforme parâmetros considerados seguros por especialistas e gestores.

A senadora está preocupada porque diversas secretarias estaduais e municipais de saúde já desativaram essas estruturas, o que “pode provocar rápida desassistência da população, principalmente porque a pandemia ainda se encontra em pleno desenvolvimento”.

A senadora está preocupada porque diversas secretarias estaduais e municipais de saúde já desativaram essas estruturas, o que “pode provocar rápida desassistência da população, principalmente porque a pandemia ainda se encontra em pleno desenvolvimento”.

Rose argumentou que “os hospitais de campanha são muito importantes para o desafogo da rede pública” em grandes cidades, tendo sido uma estratégia adotada contra o coronavírus não só aqui no Brasil, mas também em países como China e EUA.

Relator da proposta, o senador Marcelo Castro (MDB-PI) ratificou o projeto ao afirmar que “a instituição dos hospitais de campanha tem sido medida de grande importância para assegurar a manutenção da assistência prestada frente à grande demanda decorrente do surto de covid-19 no Brasil”.

Castro considera imprescindível a manutenção desses hospitais. “Implementadas pelos gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) em vários estados, Distrito Federal e municípios, essas unidades de saúde, ao acolherem os casos leves e moderados da virose, têm oferecido imprescindível suporte à rede de saúde convencional, a qual tem estado demasiadamente sobrecarregada com os casos mais graves da doença”, afirmou.

Leitos permanentes – O projeto de Rose se soma a outro, também apresentado pela senadora, que torna permanentes os leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) instalados durante a pandemia de covid-19. O

determina que os leitos incorporados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para atender os pacientes infectados pelo coronavírus não poderão ser desmontados mesmo após o encerramento da pandemia de coronavírus.

Mais de 13 mil leitos foram habilitados em 434 municípios em 2020 e quase R$ 2 bilhões foram repassados pelo Governo Federal com essa finalidade.

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