Auxílio Municipal Emergencial é anunciado em Vitória

Auxílio Municipal Emergencial é anunciado em Vitória

O Prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini aprovou o pagamento de um Auxílio Municipal Emergencial (AME Vitória), em uma reunião extraordinária juntamente

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O Prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini aprovou o pagamento de um Auxílio Municipal Emergencial (AME Vitória), em uma reunião extraordinária juntamente com o Conselho Municipal de Assistência Social. A concessão do benefício é fruto de um conjunto de medidas de ajuste fiscal implantada logo nos primeiros dias da atual gestão. 

2.328 famílias residentes no município poderão ser beneficiadas com esse recurso. Inicialmente, serão pagas duas parcelas mensais no valor de R$ 200,00 cada. A primeira delas, na primeira semana de abril. De acordo com o secretário da Fazenda, Aridelmo Teixeira, “o intuito é assegurar a essas pessoas a reconstrução da sua autonomia”. O projeto de lei será encaminhado para a Câmara Municipal e reúne investimento de, aproximadamente, R$ 1 milhão. 

“Estamos passando por um momento muito delicado e de muita dificuldade para muitas famílias. O que nos permitiu poder assistir essa parcela da população que mais precisa, para suprir suas necessidades básicas, foram os mecanismos de ajuste fiscal que adotamos desde o início da nossa gestão, como a redução de gastos, a aprovação da reforma da previdência e a renegociação de contratos”, afirmou o prefeito Pazolini. 

 

Quem tem direito 

Para receber o pagamento do AME Vitória é preciso ser morador do município, estar inscrito no CadÚnico, ter renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa (equivalente a R$ 550,00) e ter recebido o auxílio emergencial no exercício de 2020.  Pessoas que tiverem recebido o benefício dos governos Federal ou Estadual, estejam cumprindo pena em regime fechado ou sejam condenadas por crime contra a administração pública não têm direito. Caso o morador receba o auxílio de forma indevida, o mesmo deverá ser devolvido no prazo máximo de 48 horas, sob pena de inscrição em dívida ativa. 

Por Rodrigo Da Costha

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