Combate a Pedofilia: uma responsabilidade social

Combate a Pedofilia: uma responsabilidade social

Por Izabel Mendonça Na  foto: Doutora Raquel Andrade com o doutor Esdras Rocha dentista voluntário do instituto. O Instituto Infância Protegida f

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Por Izabel Mendonça

Na  foto: Doutora Raquel Andrade com o doutor Esdras Rocha dentista voluntário do instituto.

O Instituto Infância Protegida faz parte de uma rede de ações e mobilizações em prol da proteção da criança e do adolescente, do combate a pedofilia e da promoção de bons tratos. A prática de ato sexual ou libidinoso contra crianças é crime. A pedofilia é um transtorno do comportamento sexual que se caracteriza pela “preferência em realizar, ativamente ou na fantasia, práticas sexuais com crianças” (DALGALARRONDO, 2008:260). A participação da sociedade na prevenção deste crime é fundamental, pois apesar de violento e perturbador para as vítimas, ele se esconde no silêncio resultante da percepção de que os adultos são donos das crianças. Em função do caráter sorrateiro, perverso e oculto deste crime, é importante que a sociedade entenda o que é pedofilia, como prevenir, como identificar sinais de que alguma criança esteja sendo vítima além de conhecer os canais de denúncia e atuar ativamente para mitigar e proteger as crianças destes criminosos.

Os pedófilos possuem um transtorno do comportamento sexual e suas ações podem incluir a observação da criança despida, despir-se em frente a criança, masturbação ou relação sexual completa.

Geralmente, os pedófilos têm acesso às crianças por meio da internet (redes sociais, e-mails, chats públicos, quartos, salas de bate papo, msns, etc.) ou nos seus locais de vivência (residência, escola, escotismo, parques, etc.).Muitas vezes são parentes próximos, amigos da família, e pessoas que de maneira alguma levantam suspeitas.

A Dra Raquel Andrade, é presidente do Instituto Infância Protegida. Ela é advogada, graduada em Direito pela  FADIVALE (Faculdade de Direito Vale do Rio Doce), pós graduada em Direito Penal e em Direito Processual Penal, e membro da Comissão da  Infância e Juventude da OAB/ES

Raquel na foto com Jevitá Coutinho empresária e voluntária

A ideia de criar um Instituto que defendesse essa causa tão importante, surgiu ainda na época da faculdade. Ela nos conta que desde que começou a pesquisar sobre o tema para seu artigo de Conclusão de Curso no último período, percebeu que pouco ou nada se falava a respeito. Que em pleno século XXI falar sobre abuso sexual contra menores ainda é um tabu e que são poucas as pessoas que realmente se importam com a dor das vítimas e suas famílias. Dra Raquel explicou que quanto mais pesquisava mais percebia que precisava fazer alguma coisa. “Claro que sozinha, eu não vou acabar com esse mal, mas posso fazer minha parte, mesmo que seja uma pequena parte, mas não ficaria alheia e impassível ao que ocorre e que a sociedade na sua MAIORIA das vezes nada faz. E digo mais, segundo a nossa Constituição Federal, é dever de toda sociedade agir”, afirma a advogada.

A Dra Raquel Andrade argumenta que não está sendo fácil. As pessoas falam sobre pedofilia na televisão, nos jornais, os políticos debatem sobre o tema, mas, na verdade, poucas são as pessoas que querem se comprometer de verdade com uma causa como essa.

Pensando assim, a Dra Raquel e outros profissionais “do bem”, resolveram criar o Instituto Infância Protegida, com o CNPJ 38.213.416/0001-60, com sede na cidade de Vila Velha, Espírito Santo. São profissionais voluntários, que aliados a sua profissão, prestam serviços ao Instituto com o objetivo de ajudar a combater este mal, a proporcionar mais saúde, a assessorar e prestar consultoria jurídica a famílias inteiras, a crianças e adolescentes vítimas desse crime horroroso e que assombra nossa sociedade.

O Instituto Infância Protegida tem como finalidade:  ministrar palestras cujo conteúdo é relacionado a Crimes contra a Dignidade Sexual da Criança e do Adolescente (PEDOFILIA), Abusos Infantis, Violência Física e Psicológica, Automutilação, Bulling, Suicídio Infanto Juvenil.

O Instituto ainda oferece suporte às vítimas e suas famílias no sentido psicossocial, pois é formado por uma equipe técnica e comprometida com o bem estar da criança e do adolescente. São eles (psicoterapeutas, psiquiatras, psicólogos, jornalistas e departamento jurídico) atua também na prevenção na questão pós crime, estendendo inclusive a adultos que foram abusados na infância. Esse suporte é fundamentado na Lei n 12.650 de 17 de maio de 2012, denominada Lei Joanna Maranhão.

O Instituto Infância Protegida também exerce o papel educacional quando oferece cartilhas, jogos e desenhos que ensinam a criança a se proteger e sinalizar a ação de um abusador. A Dra Raquel Andrade explica ainda que o objetivo do Instituto é levar a questão de forma sempre educativa e preventiva para toda a sociedade, estimular os pais e os tutores a ensinar o uso correto da internet e sinalizar a importância de usar o meio de comunicação de forma segura e eficaz. “Nós trabalhamos como um braço de apoio ao Conselho Tutelar, ao DPCA, a Vara da Infância e Juventude, e ao Ministério Público e claro, a todas as instituições de amparo a criança e ao adolescente”, reforça a presidente.

“Os crimes contra a dignidade sexual da criança e do adolescente (pedofiolia) acontecem em todas as esferas da sociedade, em sua maioria no circulo familiar, e não acontece apenas onde há pobreza, ao contrário, muitas vezes, nos bairros ditos “nobres”, estão escondidos os abusadores. São lobos em pele de cordeiro, pessoas que ninguém desconfia, e que a sociedade julga ter uma conduta ilibada”, explica a advogada e presidente do Instituto.  A Dra Raquel argumenta que são muitas as formas, de perceber que algo não está normal na vida da criança. Ela cita algumas dessas mudanças de comportamentos: baixo rendimento escolar, falta de apetite, a criança se torna introvertida, agressividade, medo de determinada pessoa (supostamente o agressor), antissocial, muitas vezes cria seu próprio mundo, interesse precoce em assuntos de conotação sexual e muitos outros. “Os pais devem ficar atentos a estas mudanças de comportamento das crianças e adolescentes. Dialogue com seu filho, se mostre sempre disponível, caso ele esteja com algum problema, SEJA SEU MELHOR AMIGO, para que um abusador não se disfarce de “amigão”., reforça a presidente do Instituto Infância Protegida.

O Instituto Infância Protegida não é um órgão político, aliás, a presidente DRa Raquel Andrade faz questão de ressaltar que político algum contribuiu com nenhum centavo. “Tive algumas reuniões vereadores e deputados para apresentar o Instituto, no intuito de oferecer apoio quando acontecesse algo nesse sentido em nossa sociedade.  O Instituto existe graças a Deus, e aos esforços de amigos, vendas de camisetas e doações de pessoas que querem ver um mundo mais justo, sem essas agressões, sem usar as crianças e adolescentes como se objeto fosse”, revela.

Vamos colaborar com o Instituto Infância Protegida?

Qualquer  pessoa pode colaborar comprando uma das camisetas do Instituto, doando pelo picpay, pela poupança da Caixa  Econômica e empresas privadas também podem colaborar. Dependendo do tipo de empresa, será  o tipo de isenção.  O Instituto está fazendo uma vaquinha virtual para poder arrecadar fundos para pagamentos de impressos , conta de energia entre outras despesas. Quem se sentir a vontade para colaborar é só entrar no link e fazer sua doação que é a partir de R$ 5,00 (cinco reais) O link:https://www.vakinha.com.br/vaquinha/sorriso-de-uma-crianca-raquel-andrade

Quem quiser saber mais do Instituto Infância Protegida é só seguir a conta no Instagram

@infanciaprotegida_

E pelo telefone: (27)99848-1838

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