ARTIGO – Descreva objetivamente qual o negócio do empreendedor

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Marcelle  Altoé é jornalista, advogada e associada à ABMCJ-ES - e-mail:  marcelle@marcellealtoe.com.br   O dia 14 de setembro foi instituído

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Dia Nacional do Patrimônio Cultural.

Marcelle  Altoé é jornalista, advogada e associada à ABMCJ-ES – e-mail:  marcelle@marcellealtoe.com.br

 

O dia 14 de setembro foi instituído como o “Dia Latino-Americano e Caribenho da Imagem da Mulher nos Meios de Comunicação” em homenagem ao programete “Viva Maria”, iniciado na Rádio Nacional do Amazonas, no ano de 1981 e, atualmente, veiculado em mais de quatro mil emissoras de rádio do país. O programa é o mais antigo da radiodifusão brasileira a abordar os direitos das mulheres.

Apesar de ter um conteúdo breve – são no máximo dez minutos diariamente, de segunda à sexta-feira, as informações repassadas promovem questionamentos tão robustos que o programa chegou a ser interrompido no início dos anos 90.

Mas a censura que queria calar uma discussão tão importante, na verdade, serviu de combustível para que questões sobre igualdade de gênero passassem a ter mais visibilidade e atenção. Em desagravo a tal abuso de poder é que, em 1990, a data comemorativa foi incorporada ao calendário de direitos das mulheres da América Latina e Caribe.

Devemos reconhecer que foi um avanço, mas ainda há muito para ser vencido! Infelizmente, a mulher continua tendo sua imagem ridicularizada, em vários aspectos, apenas por portar o gênero feminino.

É inconcebível que, em pleno ano 2020, pensamentos machistas, ignorantes e tão encalhados ainda se façam presentes em muitos lares, locais de trabalho, ambientes sociais e virtuais!

A luta para combater essa violência tão covarde é árdua e a imagem da mulher nos meios de comunicação se tornou uma poderosa ferramenta e vem ganhando cada vez mais força. A presença feminina mais ativa nos telejornais, rádios, jornais impressos, onlines, revistas e até nas mídias sociais mostra o que “o sexto sentido” feminino pode fazer!

A mulher tem classe e ao mesmo tempo força de leão para noticiar e cobrar soluções eficazes para os problemas enfrentados por todos!

Porém, mesmo diante de tantos atributos, palavra muitas vezes usada em tom pejorativo por aqueles que se sentem intimidados por tamanha competência, ainda se vislumbra como um grande desafio a construção de uma comunicação igualitária e não sexista.

É fato que a mulher está cada vez mais presente nos noticiários, mas ainda, em muitos casos, somos obrigadas a aceitar os bastidores e muitas vezes trabalhar mais e receber menos.

E nesse dia tão importante para a sociedade como um todo, sim, porque um povo livre de preconceitos é uma nação voltada a se desenvolver mais, a Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica do Estado do Espírito Santo (ABMJC-ES) vem parabenizar todas as mulheres que diariamente enfrentam muitas lutas para nos representar nos meios de comunicação.

Não! Não somos apenas um rostinho bonito. Temos muito o que acrescentar porque temos alma de guerreiras da justiça! E é por meio dos veículos de comunicação que damos as mãos àquelas que sofrem os desrespeitos do machismo para que, juntas, possamos ocupar cada vez mais os espaços que nos são de direito!

 

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