Diversificação: investimentos no exterior estão em alta

Diversificação: investimentos no exterior estão em alta

A expressão “não colocar todos os ovos na mesma cesta” está mais viva do que nunca dentre os conselhos dos especialistas no mercado financeiro Os bai

Filhotes de gambás são resgatados as margens da BR101
Índice de confiança dos empresários capixabas cresce pelo quarto mês consecutivo
Estação Dez Milhas Garoto agita Shopping Vitória nesse final de semana

A expressão “não colocar todos os ovos na mesma cesta” está mais viva do que nunca dentre os conselhos dos especialistas no mercado financeiro

Os baixos rendimentos de aplicações tradicionais do Brasil – como poupança e fundos de investimentos – tem estimulado muitas pessoas a se dedicarem a análise de novas possibilidades de rendimentos para suas economias. Além disso, a diversificação da carteira se tornou algo fundamental, especialmente neste período de oscilação da economia.

Um caminho que tem sido explorado ultimamente, usando estas duas linhas, é alocar parte do valor disponível em ativos no exterior. Esse caminho já é conhecido e bem explorado pelas grandes fortunas, mas aos poucos tem se tornado mais acessível a outros tipos de clientes, ainda que as melhores opções não sejam exatamente democráticas. De acordo com o assessor de investimentos, Thomas Giuberti, da Golden Investimentos, o momento é bastante oportuno para olhar para fora.

“A oferta já existia para clientes com maior renda e começa a chegar ao varejo. Faltava infraestrutura para democratizar ainda mais o acesso. Além disso, há uma procura também pela queda na taxa de juros a 2%. Entre os destinos preferidos para investimentos estão os mercados dos Estados Unidos, a Europa e a Ásia”, conta.

O especialista explica também que uma das vantagens é a proteção do valor diante de uma desvalorização do real. “Uma média interessante para se investir no exterior seria entre 15% e 20%, pensando numa queda da moeda brasileira de 40%. Se a Bolsa e a moeda do Brasil caírem e perderem valor, o investidor se blinda, usando o câmbio como proteção, já que parte da carteira está lá fora”, comenta.

Uma das formas mais práticas para quem quer investir no exterior e não possui muita experiência na área é a contratação de escritórios especialistas no mercado financeiro. Eles investem em fundos ativos no Brasil, que dão acesso a ações e fundos no exterior. Com isso, o cliente não precisa falar inglês ou fazer contas.

“Com um tíquete inicial de R$500 e uma única alocação, já é possível ter uma carteira diversificada, com ativos no exterior. O gestor brasileiro se encarrega de fazer a curadoria dos ativos estrangeiros, identificando o melhor momento de compra e venda das ações. Depois disso, a carteira é reavaliada periodicamente, conforme a visão de longo prazo para o perfil e escolhas do investidor”, explica.

Comentários

WordPress 0
DISQUS: 0
Justified Image Grid Plugin