Empresários “pegam no batente” para manter o negócio de pé

Empresários “pegam no batente” para manter o negócio de pé

“O olho do dono engorda o gado”, já diz o ditado popular. E, em um contexto de crise econômica no país em razão da pandemia, os donos de empresas começam a trabalhar nas atividades operacionais do dia a dia de seus negócios. O objetivo? Reduzir custos e garantir a venda ou prestar o serviço com o empenho e a dedicação que, muitas vezes, só o proprietário tem.

“Não tem outro caminho. Tenho que colocar as mãos na massa para fazer meu negócio dar certo. Funcionários meus precisaram ser afastados, outros demitidos com a pandemia. Com isso, tive que assumir muitas das funções operacionais para não fechar”, contou a empresária Rachel Pires. Dona de uma empresa de sublimação – a Nuvem, é ela quem está cuidando de perto de algumas das etapas de produção da fábrica.

Segundo ela, por maior que seja o comprometimento do funcionário em um momento como esse, o “sangue” pelo negócio quem precisa dar também é o dono. “Por isso, numa situação tão complicada como a de agora o proprietário precisa assumir mais uma postura operacional do que apenas de gerenciamento”, acrescentou.

Na sua nova rotina, Rachel Pires se dedica por horas e horas trabalhando no chão da fábrica. Entre as produções que realizou está o kit Cine em Casa. Diferente, esse produto contém uma manta, capas de almofadas e uma foto imã adesivada e tudo foi pensado para presentear no Dia dos Pais deste ano.

“A nossa intenção é levar memórias afetivas num ambiente aconchegante, fazer com que pais e filhos tenham uma boa sessão de cinema, desfrutem da companhia um do outro e lembrem com todo carinho dessa data”, contou ela.

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