Leilão: oportunidade para colecionar objetos raros e antigos

Leilão: oportunidade para colecionar objetos raros e antigos

Quadros datados de momentos históricos, esculturas e móveis assinados por designers fazem parte de acervos de leilões como o que acontece nesta terça-

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Quadros datados de momentos históricos, esculturas e móveis assinados por designers fazem parte de acervos de leilões como o que acontece nesta terça-feira, dia 16 de julho, às 20 horas, no Empório das Artes, no primeiro piso do Shopping Vitória

Os leilões são oportunidades únicas para encontrar peças exclusivas por preços atrativos, valor agregado e que podem voltar a ser comercializados no futuro. Os acervos colocados à disposição para arremate enchem os olhos e despertam a atenção especialmente dos apreciadores e colecionadores de arte e objetos históricos, que saem em busca de raridades originais, assinadas por artistas de prestígio, por valores mais em conta. Para os interessados, em Vitória, na noite desta terça-feira, dia 16 de julho, acontece o Grande Leilão de Julho do Empório das Artes, no primeiro piso do Shopping Vitória, com cerca de 230 lotes disponíveis.

Segundo o marchand Lélio Cimini, para muitos, leilão ainda é sinônimo de preços exorbitantes. No entanto, ele explica que as galerias também adotam o posicionamento do lance livre, em que os itens começam a ser anunciados por um valor bem baixo. “Para o Grande Leilão de Julho, por exemplo, 50% do acervo é de lance livre, ou seja, as peças começam a ser leiloadas pelo valor de R$ 20”, completa.

O Leilão de Julho do Empório das Artes vai reunir quadros raros, esculturas, mobílias de época, porcelanas, tapetes e serigrafias. Algumas das peças que devem ter disputada acirrada no pregão são a gravura original da série “Divina Comédia”, assinada por Salvador Dalí, feita sob encomenda do governo espanhol para comemorar os 200 anos do livro de Dante Alighieri; a serigrafia “São João Batista”, de Cândido Portinari, editada por Mario De La Parra; a serigrafia “O Beijo”, de Di Cavalcanti, também editada por Mario De La Parra; o “Samba do Terreiro” do capixaba Heitor dos Prazeres; “Rosas” do impressionista belga Emile Baes, que pertenceu ao acervo de um Embaixador Brasileiro; “Frade e a Freira” do carioca Bustamante Sá; e “Prainha com Convento da Penha” de Levino Fânzeres.

Além de itens de arte tradicionais e relíquias, o leilão vai disponibilizar esculturas assinadas por ícones como Ceschiatti (“As Três Graças”) e Oscar Niemeyer (“Maquete do Monumento”, esculpida em bronze com pintura automotiva), a capixaba Ana Paula Castro e o escultor mineiro João Neres, com a peça “Puttinos”, esculpida em bloco único de madeira, datada da década de 70. O destaque vai para a “Pantera Negra”, escultura imponente e exclusiva em gabro, uma rocha ígnea, que ornamentava a vitrine de uma antiga e extinta joalheria do Rio de Janeiro.

Lélio destaca também a importância da exposição do acervo que vai a leilão, realizada geralmente nos cinco dias que antecedem a noite do pregão. “É a oportunidade de quem nunca participou de um leilão e não conhece muito sobre arte e antiguidade ter a chance de se informar sobre cada peça”. No Empório das Artes, por exemplo, os itens do acervo estão abertos para visitação até hoje, dia 15, das 10h30 às 21h30, no primeiro piso do Shopping Vitória, na antiga Ricardo Eletro.

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