O que esperar dos surtos na saúde para a economia

A variante Ômicron e a Influenza H3N2  avançam sem controle Janeiro começou quente, e não apenas pela alta temporada do verão no país. A variante Ômi

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A variante Ômicron e a Influenza H3N2  avançam sem controle

Janeiro começou quente, e não apenas pela alta temporada do verão no país. A variante Ômicron da Covid-19 que surgiu no fim do ano passado chegou por aqui e, junto dela uma nova variante da gripe influenza, intitulada H3N2, que após o Réveillon fez os casos aumentarem significativamente por todo o país.

Com um contágio maior, porém com o avanço da vacinação, os casos são mais leves, mas ainda é preciso repouso e consequentemente afastamento do trabalho e,  o que vemos na segunda quinzena do mês de janeiro é um número absurdo de atestados e falta ao trabalho.

“A consequência da transmissão mais rápida e das reuniões em festas de fim de ano, e de viagens de férias, praia e passeios, é uma alta concentração de pessoas gripadas ou com Covid que começa a preocupar empresários e alguns setores econômicos”, afirma o sócio fundador da Pedra Azul Investimentos, Lélio Monteiro.

Levantamento da Associação Nacional de Restaurantes (ANR) com mais de 100 empresas, principalmente de São Paulo e Rio de Janeiro, apontou que 85% delas estão com trabalhadores afastados. “Além de donos de bares e restaurantes já se queixarem com a falta de trabalhadores, que tem sido muito afetados, justamente pela alta do movimento, principalmente no verão, cadeias de supermercado, clínicas, comércio e até o setor aéreo  já começam a sentir as baixas e assim, o sistema de saúde também começa a sentir a alta em atendimentos e a sobrecarga de médicos e enfermeiros, que também sofrem baixas com afastamentos”, pontua Monteiro.

E economicamente falando, o que podemos esperar?  “Há um receio com a volta das restrições, não de um lockdown, claro, mas já estamos vivenciando cancelamento de shows, desfiles de escola de samba, de programações de carnavais de diversas cidades”, explica o assessor de investimentos. “Assim, a preocupação gira em torno da produção global e de um menor crescimento da economia, uma maior inflação, etc”, afirma Monteiro. “E ainda de como isto irá afetar a indústria, setor de serviços, entre outros”, pontua o assessor.

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