Orquestra de mulheres do ES

Orquestra de mulheres do ES

se apresenta em famoso terraço do Centro com repertório inédito de compositora alemã Pela primeira vez, uma formação totalmente exclusiva de mulheres

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se apresenta em famoso terraço do Centro com repertório inédito de compositora alemã

Pela primeira vez, uma formação totalmente exclusiva de mulheres musicistas – desde a direção a regência – vai tocar na área de eventos aberta do Centro Cultural Sesc Glória, no centro de Vitória

Uma apresentação marcada por feitos inéditos e representatividade de gênero. É o que o concerto intitulado “Música que Toca” irá proporcionar aos capixabas em edição virtual que será exibida no último dia deste mês (30). Sob a regência e direção musical da maestra Alice Nascimento, a Orquestra de Mulheres do Espírito Santo (ES) vai estrear a área de eventos aberta para apresentações musicais do Centro Cultural Sesc Glória, um dos principais pontos de arte e cultura da capital.

O terraço do prédio histórico situado no coração do Centro, com vista privilegiada para a praça Costa Pereira de um lado, e do outro a baía de Vitória, será palco de um repertório nunca antes ouvido no estado. Ao lado do Coral Unimed Vitória, a Orquestra de Mulheres do Espírito Santo fará uma apresentação a céu aberto que será gravada no próximo dia 19, e vai ao ar nas redes sociais (Instagram e Youtube) do Instituto Todos os Cantos (ITC) – e da Unimed Vitória no dia 30, às 20h.

As musicistas Adriana Vinand, Claudine Abreu e Flavia Bones, além da maestra Alice Nascimento – que juntas assinam a direção artística do concerto, prepararam uma apresentação com duas peças da alemã Emilie Mayer. Será a primeira vez que a obra da compositora prolífica do alto romantismo será apresentada em terras capixabas. Alice conta que a proposta do trabalho é destacar compositoras pouco conhecidas do público brasileiro.

“O concerto começa com música sinfônica, mas o repertório inclui também Bizet, o italiano Francesco Cilea e obra do compositor brasileiro Villa-Lobos”, afirma. Com interpretação das sopranos Natércia Lopes e Meire Norma, e arranjos do trompetista Bruno Santos. Serão cantadas ainda canções de compositores da MPB como Tom Jobim e Pixinguinha, encerrando com um pouco de folclore brasileiro.

O concerto “Música que Toca”, marca a abertura da 13ª edição do Circuito Cultural Unimed, e é uma realização do Instituto Todos os Cantos, que completa 10 anos este ano, com patrocínios da Lei de incentivo à cultura da Secretaria Especial da Cultura, da Unimed Vitória, do Instituto Unimed Vitória, apoio das Secretarias Estaduais de Turismo e Cultura, parceria do Centro Cultural Sesc Glória e apoio da Comprocard.

Composta por 30 mulheres, a Orquestra feminina do estado surgiu em 2019 a partir de um projeto que culminou numa ópera liderada e executada por mulheres. Ao encontrar dificuldades para fazer isso, as musicistas decidiram montar o próprio grupo. “Nosso objetivo é valorizar as mulheres e incluí-las, por isso sempre fazemos questão de trazer compositoras para as apresentações e escolhemos também aquelas que não são muito conhecidas, como a alemã Mayer”, afirma a musicista Spalla da Orquestra Adriana Vinand.

Com as restrições impostas pela pandemia da Covid-19, a maestra Alice Nascimento, teve que se adaptar ao desafio de reger o grupo à distância. Ela conta que os ensaios passaram a ser feitos de forma remota, devido ao isolamento social. “Cada músico recebeu a sua partitura em casa para a gravação dos vídeos e, apesar de ser difícil de imaginar um ensaio com as instrumentistas distantes, deu super certo. Estamos ensaiando desde março do ano passado”, ressalta.

Já o Coral Unimed Vitória – Cante De Casa, nasceu em setembro de 2020, reunindo cooperados, colaboradores e sociedade, e fará a sua primeira apresentação. “Finalmente chegamos ao momento da estreia, e estaremos em companhia da Orquestra de Mulheres do Espírito Santo. Será um momento especial também pela comemoração no aniversário do Hospital Unimed”, conta a coordenadora socioambiental do Instituto Unimed Vitória, Milene Mello.

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